Guia de Biarritz: o que fazer, quando ir e quanto custa

Biarritz era uma vila de baleeiros até 1854, quando a imperatriz Eugênia, mulher de Napoleão III, mandou construir uma residência de verão diante do mar. A corte veio atrás, depois a aristocracia europeia, e a vila virou balneário de luxo — a villa da imperatriz é hoje o grande hotel da cidade. Um século depois veio a segunda transformação: em 1957, um roteirista americano trouxe uma prancha para as ondas da Côte des Basques, e Biarritz se tornou o berço do surfe na Europa. As duas camadas convivem: a Belle Époque das fachadas e o surfe das praias, dentro do País Basco francês, com sua língua própria e sua cozinha.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da França.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Biarritz?

Dois dias cobrem a cidade e as praias. Três ou quatro permitem incluir Bayonne (10 minutos de trem), Saint-Jean-de-Luz, os vilarejos bascos do interior e até San Sebastián, na Espanha, a cerca de 45 minutos.

Dá para aprender a surfar aqui?

Dá, e é um dos melhores lugares da Europa para isso. A Côte des Basques tem fundo de areia, ondas longas e dezenas de escolas; aulas para iniciantes acontecem o ano inteiro, com pico no verão.

A água é fria?

Bem mais fria que no Mediterrâneo — é Atlântico. Mesmo em agosto, a maioria dos banhistas usa roupa de neoprene para ficar mais de meia hora na água.

Biarritz é cara?

É um balneário chique, e isso aparece na hospedagem e nos restaurantes da frente-mar. Mas há hostels, comida basca barata e praias gratuitas — e Bayonne, a dez minutos de trem, custa bem menos.