Guia de Turim: o que fazer, quando ir e quanto custa

Turim é a cidade italiana que menos parece italiana. Foi capital do Reino da Sardenha e depois primeira capital da Itália unificada, entre 1861 e 1865, e a corte de Saboia deixou uma cidade de traçado ortogonal, praças monumentais, dezoito quilômetros de arcadas cobertas e cafés históricos com espelhos e mármore — mais próxima de Paris ou Viena que de Florença.

No século XX virou a cidade da Fiat, do operariado industrial e da Juventus. Depois da desindustrialização, reinventou-se com museus: tem o segundo maior acervo egípcio do mundo, atrás apenas do Cairo, e um museu de cinema dentro de uma torre de 167 metros que é o símbolo da cidade.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da Itália.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Turim?

Dois dias cobrem o Museu Egípcio, a Mole Antonelliana, o Palácio Real e o centro com os cafés históricos. Um terceiro dia rende a Reggia di Venaria, o palácio de caça dos Saboia, ou um bate-volta aos vinhedos das Langhe, terra do Barolo — que é uma das melhores regiões gastronômicas da Europa.

Turim é cara?

Não. É sensivelmente mais barata que Milão, a uma hora de trem, com hospedagem, comida e transporte em conta. É uma das cidades grandes com melhor relação entre custo e qualidade da Itália.

Vale a pena incluir Turim no roteiro?

Numa primeira viagem à Itália, provavelmente não — Roma, Florença e Veneza vêm antes. Numa segunda, vale muito: é uma cidade grande, elegante, com museus de primeira linha, quase nenhum turista brasileiro e a porta de entrada para o Piemonte, que é o melhor destino de comida e vinho do país junto com a Emília-Romanha.