Guia de Rímini: o que fazer, quando ir e quanto custa

Rímini carrega o rótulo de balneário de massa, e ele é meia verdade. A cidade tem quinze quilômetros de praia organizada em concessões, com fileiras de guarda-sóis idênticos, e em agosto recebe uma multidão que é o oposto de tudo que se procura numa viagem à Itália.

A outra metade é que Rímini foi Ariminum, uma colônia romana fundada em 268 a.C. no ponto onde a Via Flamínia encontra a Via Emília, e ainda tem o Arco de Augusto de 27 a.C. — o arco romano mais antigo que sobreviveu — e a Ponte de Tibério, de 21 d.C., ainda em uso para trânsito de pedestres. Tem também o Tempio Malatestiano, projetado por Leon Battista Alberti, e é a cidade natal de Federico Fellini, que a transformou em cenário recorrente do próprio cinema.

É a Itália de férias como os italianos a praticam, com patrimônio de verdade escondido a três quarteirões da areia.

Resumo rápido

Por onde começar

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Perguntas frequentes

Quantos dias em Rímini?

Um dia cheio cobre o centro histórico romano e renascentista, o museu Fellini e a Ponte de Tibério. Se a praia entrar, três ou mais. Como base para San Marino, Ravena, Urbino e a Romanha, uma semana rende.

Rímini vale a pena para quem não vai à praia?

Vale um dia, e é um dia surpreendente: o Arco de Augusto de 27 a.C. é o mais antigo arco romano conservado; a Ponte de Tibério, de 21 d.C., continua em uso; o Tempio Malatestiano é de Alberti; e o museu Fellini, aberto em 2021, é um dos mais bem-feitos da Itália no gênero. Nada disso aparece no imaginário do "balneário de Rímini".

Rímini é cara?

Não. É uma das cidades mais baratas da costa italiana fora de agosto, com uma quantidade enorme de hotéis pequenos de família — herança de setenta anos de turismo de massa — que competem em preço. Em agosto, tudo muda.