Guia de Reims: o que fazer, quando ir e quanto custa

Reims junta duas coisas que a França raramente coloca no mesmo lugar: a catedral onde os reis franceses eram coroados e as caves onde nasce o champanhe. Foram mais de vinte e cinco sagrações reais aqui, de 1027 a 1825, num edifício gótico que também abriga vitrais de Chagall dos anos 1970. E, sob a cidade, dezenas de quilômetros de galerias de giz escavadas pelos romanos servem hoje de adega para as grandes casas de champanhe — um conjunto reconhecido pela UNESCO em 2015. Está a cerca de 45 minutos de TGV de Paris, o que faz dela o bate-volta mais fácil do país. E merece mais que um bate-volta.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da França.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Reims?

Um dia bem organizado cobre a catedral, o Palais du Tau e uma visita a uma cave. Dois dias permitem incluir a Basílica Saint-Rémi, a sala da rendição alemã e um bate-volta a Épernay, a 25 minutos de trem, onde fica a Avenue de Champagne.

Precisa reservar as visitas às caves?

Sim, quase sempre — e com antecedência nas casas mais conhecidas. As visitas têm horário fixo, duram cerca de uma hora e meia e terminam em degustação. É o item que mais exige planejamento na viagem.

Dá para fazer bate-volta desde Paris?

Dá, e muita gente faz: são cerca de 45 minutos de TGV. Mas com uma noite você bebe champanhe sem se preocupar com o trem de volta, que é metade do ponto.

Reims ou Épernay?

Reims tem a catedral, a história e as grandes casas com caves de giz. Épernay tem a Avenue de Champagne, uma rua com as maiores maisons enfileiradas. O ideal é ficar em Reims e fazer Épernay em bate-volta.