Guia de Montpellier: o que fazer, quando ir e quanto custa

Montpellier é a cidade mais jovem da França: cerca de um terço da população é estudante, e isso se sente em tudo — no preço da cerveja, na quantidade de mesas na calçada, no barulho das praças à meia-noite. É também uma cidade muito antiga, fundada por volta do ano 985, com a faculdade de medicina em funcionamento mais antiga do mundo, criada em 1220. O centro histórico, chamado de Écusson pelo formato de brasão, é um labirinto medieval de ruas estreitas, e ao redor dele a cidade se reinventou em arquitetura contemporânea. Some dez quilômetros até o Mediterrâneo e sol quase o ano inteiro.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da França.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Montpellier?

Dois dias cobrem o centro histórico, o Musée Fabre e a arquitetura contemporânea. O terceiro rende na praia ou num bate-volta — Nîmes, Sète e Aigues-Mortes estão todos a menos de uma hora.

Montpellier tem praia?

Não dentro da cidade: o mar fica a cerca de dez quilômetros. Palavas-les-Flots, Carnon e La Grande-Motte se alcançam de ônibus, bicicleta ou bonde mais conexão, em vinte a quarenta minutos.

Montpellier é cara?

É uma das cidades grandes mais baratas da França. A população estudantil segura os preços de bar, almoço e hospedagem, e boa parte do que se vê no centro é gratuito.

Montpellier ou Marselha?

Marselha é maior, mais intensa e tem as Calanques. Montpellier é mais arrumada, mais jovem e mais fácil de percorrer. Como base para o Languedoc — Nîmes, Sète, Camargue —, Montpellier é imbatível.