Guia de Tours: o que fazer, quando ir e quanto custa

Tours é a porta de entrada dos castelos do Loire, e essa é a razão pela qual a maioria vem — mas seria injusto reduzi-la a isso. É uma cidade universitária de porte médio, com um centro medieval de casas de enxaimel em torno da Place Plumereau, uma catedral gótica com vitrais do século XIII e a região que os franceses chamam de "jardim da França" ao redor. Fica a cerca de 1h de TGV de Paris, no meio do vale do Loire, com Chenonceau, Amboise, Villandry e Azay-le-Rideau todos a menos de uma hora. É a base ferroviária mais eficiente para conhecer os castelos sem carro.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da França.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Tours?

Três: um para a cidade e dois para os castelos. Com quatro dias dá para incluir um trecho da Loire à Vélo, a rota ciclável que acompanha o rio por centenas de quilômetros.

Tours ou Amboise como base?

Tours tem mais hotéis, mais restaurantes e melhor conexão ferroviária — é a base mais prática. Amboise é menor e mais bonita, com o castelo real e a casa onde Leonardo da Vinci morreu em 1519, e funciona bem para quem prefere cidade pequena.

Dá para ver os castelos sem carro?

Dá, e Tours é justamente a cidade que torna isso possível: Chenonceau, Amboise, Azay-le-Rideau, Langeais e Blois têm estação de trem. Chambord e Villandry não — para esses, ônibus turístico, excursão ou bicicleta.

Quantos castelos dá para ver por dia?

Dois, no máximo, e com calma. Cada um pede duas a três horas entre visita e jardins, e o deslocamento come tempo. Três num dia vira desfile.