Guia de Saint-Tropez: o que fazer, quando ir e quanto custa

Saint-Tropez era uma vila de pescadores até 1956, quando um filme com Brigitte Bardot foi rodado aqui e a vila virou sinônimo de jet set. O que quase ninguém conta é que a transformação começou bem antes: em 1892, o pintor Paul Signac ancorou o veleiro no porto, se instalou e trouxe atrás dele Matisse, Bonnard, Derain e boa parte do fauvismo francês. As duas camadas ainda estão aqui — o museu com essa coleção é um dos melhores da Riviera, e o porto está tomado de iates. E há uma terceira camada, gratuita: uma trilha costeira que sai da vila e percorre a península por doze quilômetros.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da França.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Saint-Tropez?

A vila em si se conhece em meio dia. Um ou dois dias bastam, a menos que você venha para as praias de Pampelonne ou para percorrer a península.

Saint-Tropez vale a pena?

Vale, se você vier fora de julho e agosto e não esperar uma cidade — é uma vila de cinco mil habitantes. O museu, a cidadela, a trilha costeira e os vilarejos ao redor são genuinamente bons. Em pleno verão, o que se encontra é engarrafamento, preço inflado e multidão.

Como se chega?

Não há estação de trem. As opções são ônibus desde Saint-Raphaël (cerca de 1h15, muito mais no verão), barco desde Sainte-Maxime ou Saint-Raphaël, ou carro — que é a pior no verão. O barco é quase sempre a melhor decisão.

Dá para ir sem gastar uma fortuna?

Dá, fora de temporada: a trilha costeira, o mercado, a cidadela e o museu custam pouco ou nada. O que é caro são os clubes de praia, os restaurantes do porto e a hospedagem em agosto.