Guia de Colmar: o que fazer, quando ir e quanto custa

Colmar é pequena — cerca de 70 mil habitantes — e tem um centro histórico que atravessou a Segunda Guerra praticamente intacto, o que na Alsácia é uma raridade. O resultado é um conjunto de casas de enxaimel coloridas, canais e pátios que parece cenografia e não é. A cidade é também a capital do vinho alsaciano: está no meio da Route des Vins, protegida pelos Vosges, e é uma das cidades com menos chuva da França — motivo pelo qual a uva amadurece tão bem aqui. Cabe num dia e merece dois, e funciona muito melhor como base para os vilarejos do que como bate-volta desde Estrasburgo.

Resumo rápido

Por onde começar

Para o contexto do país, veja o guia da França.

Perguntas frequentes

Quantos dias em Colmar?

Um dia cobre o centro histórico e o Museu Unterlinden. O segundo dia — e o terceiro — rendem nos vilarejos da rota dos vinhos, que é o motivo real de ficar aqui em vez de fazer bate-volta.

Colmar ou Estrasburgo?

São complementares. Estrasburgo é uma cidade grande com catedral, museus e instituições europeias; Colmar é uma cidade pequena e cenográfica no meio dos vinhedos. Trinta minutos de trem separam as duas — o ideal é ver as duas.

Colmar é só um cartão-postal?

O centro histórico é, de fato, extraordinariamente fotogênico, e isso atrai multidões no meio do dia. Mas há um museu de nível internacional aqui — o Unterlinden, com o Retábulo de Issenheim — e uma região vinícola inteira em volta.

Vale a pena em dezembro?

Vale, com a mesma ressalva de toda a Alsácia: fica lindo, cheio e caro, e a hospedagem esgota com meses de antecedência.