Giardino Giusti
Um jardim renascentista de 1580 com um labirinto de buxo e uma alameda de ciprestes que Goethe elogiou.
- Entrada
- Ingresso pago · faixa de €10 a €12
- Tempo médio
- 1 h
- Melhor horário
- Meio da tarde, com sombra na alameda
- Onde fica
- Via Giardino Giusti, 2
A dica: Suba até o mirante no alto do rochedo e olhe para baixo: a alameda de ciprestes se alinha exatamente com o palácio e com a máscara de pedra, e o eixo só se revela desse ponto.
Criado em 1570-1580 pela família Giusti atrás do palácio, na encosta que sobe da margem leste do Ádige. É um dos jardins renascentistas italianos mais bem preservados e serviu de modelo para outros na Europa.
A estrutura
O desenho explora o desnível em duas partes:
- A parte baixa, plana, geométrica, com canteiros de buxo em padrões, estátuas, fontes e uma alameda de ciprestes que corre em linha reta do palácio até o pé do rochedo. Alguns dos ciprestes são originais do século XVI.
- A parte alta, na encosta, mais selvagem, com grutas artificiais, um labirinto de buxo — um dos mais antigos da Itália ainda existentes — e um caminho que sobe até um mirante com vista sobre Verona.
O Mascherone
No topo do rochedo, uma máscara grotesca de pedra com a boca aberta, de onde se dizia sair fogo em ocasiões festivas. É o remate visual da alameda de ciprestes vista de baixo.
Os visitantes ilustres
Goethe visitou em 1786 e escreveu sobre ele na *Viagem à Itália*, levando um ramo de cipreste como lembrança. Mozart, Cosimo de' Medici e o czar Alexandre I também estiveram aqui.
Como é hoje
Continua pertencendo à família Giusti, é pago e é quase vazio — fica do outro lado do rio, a dez minutos a pé do centro, e a maioria dos visitantes de Verona não sabe que existe.
Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: giardinogiusti.com, conferido em 28/08/2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.