Pinacoteca Nazionale de Siena
A escola sienense do século XIII ao XVI, com fundos de ouro que Florença abandonou e Siena manteve.
- Entrada
- Ingresso pago · faixa de €4 a €8
- Tempo médio
- 1 h 30
- Melhor horário
- Tarde
- Onde fica
- Via San Pietro, 29
A dica: Procure as duas pequenas tábuas de paisagem de Ambrogio Lorenzetti, sem figuras e sem tema religioso: são de cerca de 1340 e antecedem em quase um século a paisagem como gênero autônomo.
Num palácio gótico do século XIV, a coleção que documenta a escola sienense — a tradição de pintura que foi, no século XIV, tão importante quanto a florentina, e que seguiu um caminho diferente.
A diferença entre Siena e Florença
Enquanto Florença perseguia volume, perspectiva e anatomia, Siena manteve por muito mais tempo o fundo de ouro, a linha sinuosa, a cor saturada e uma elegância decorativa herdada do gótico. Não foi atraso: foi escolha estética.
A peste de 1348 interrompeu essa evolução, e a cidade nunca voltou ao protagonismo — o que congelou a escola num momento e a tornou reconhecível.
Os artistas
- Duccio di Buoninsegna, o fundador da escola.
- Simone Martini, cuja elegância influenciou toda a Europa cortesã.
- Pietro e Ambrogio Lorenzetti, os irmãos que morreram na peste.
- Sassetta, Giovanni di Paolo, Sano di Pietro e Domenico Beccafumi.
Uma obra a procurar
De Ambrogio Lorenzetti, duas pequenas tábuas conhecidas como *Cidade à Beira-Mar* e *Castelo à Beira de um Lago*: paisagens sem nenhuma figura humana e sem tema religioso, pintadas por volta de 1340. São consideradas as primeiras paisagens puras da pintura ocidental — quase um século antes de qualquer coisa parecida.
> O museu é grande, silencioso e costuma estar vazio.
Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: verificação local, agosto de 2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.