Ponte de Tibério
Uma ponte romana de 21 d.C. ainda em uso, que resistiu aos godos, às cheias e ao minamento alemão em 1944.
- Entrada
- Entrada gratuita
- Tempo médio
- 25 min
- Melhor horário
- Anoitecer, com os arcos refletidos no espelho d'água
- Onde fica
- Ponte di Tiberio, Rimini
A dica: Os pilares não são perpendiculares ao tabuleiro: estão alinhados com a corrente do rio, o que reduz a erosão. É por isso que ela resistiu aos godos, a duas mil cheias e a uma detonação alemã.
Iniciada por Augusto e concluída por Tibério em 21 d.C., marcando o início da Via Emília, a estrada que subia de Rímini até Placência atravessando a planície.
Cinco arcos de pedra de Ístria, assentados sobre fundações de estacas de madeira cravadas no leito.
Por que ela ainda está de pé
É um caso notável de engenharia:
- Os pilares são oblíquos em relação ao eixo da ponte, alinhados com a corrente do rio em vez de perpendiculares ao tabuleiro — o que reduz a resistência da água e a erosão.
- As fundações têm um sistema de estacas e plataformas que absorve movimento.
O que ela sobreviveu
- Dois mil anos de cheias do Marecchia.
- Uma tentativa de demolição pelos godos no século VI, durante a guerra contra os bizantinos: eles atacaram os pilares e não conseguiram derrubá-los.
- O minamento alemão em 1944: na retirada, as tropas alemãs destruíram sistematicamente as pontes da Itália. Instalaram cargas nesta e as detonaram — e a ponte não caiu.
Hoje
Até 2020 ainda passavam automóveis por ela. Hoje é reservada a pedestres e ciclistas, e a área ao redor foi requalificada com um espelho d'água que a reflete.
O reflexo dos cinco arcos na água parada, ao anoitecer, é a melhor imagem de Rímini.
Do outro lado
A ponte leva ao borgo San Giuliano, o antigo bairro de pescadores, com casas coloridas e murais dedicados a Fellini.
Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: verificação local, agosto de 2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.