Arco de Augusto
O arco romano mais antigo que sobreviveu, de 27 a.C., marcando o fim da Via Flamínia.
- Entrada
- Entrada gratuita
- Tempo médio
- 20 min
- Melhor horário
- Fim de tarde, com o sol de lado na pedra
- Onde fica
- Corso d'Augusto, Rimini
A dica: A abertura é larga demais para ter tido portas: a cidade se declarava, arquitetonicamente, segura o bastante para não precisar fechar a entrada. As ameias no topo são medievais.
Erguido em 27 a.C. por decreto do Senado em honra de Augusto, no ponto exato em que a Via Flamínia — a estrada que vinha de Roma — entrava em Ariminum.
É o arco romano mais antigo conservado no mundo.
O que ele é
Não é um arco de triunfo: é um arco de passagem, que substituía a porta da muralha. E isso explica a peculiaridade dele — a abertura é larga demais para ter tido portas de fechar.
A leitura tradicional é que a largura era simbólica: Ariminum estava tão segura sob a paz de Augusto que não precisava de porta. A cidade se declarava indefensável por confiança.
Os detalhes
- Quatro medalhões com divindades: Júpiter e Apolo no lado voltado para a cidade, Netuno e Roma no lado da estrada.
- Uma inscrição dedicatória ao imperador, ainda legível.
- Colunas coríntias encostadas e um frontão.
- As ameias no topo são medievais, acrescentadas quando o arco foi incorporado às muralhas da cidade — e é por isso que ele sobreviveu: virou estrutura defensiva e ninguém o demoliu por pedra.
O contexto urbano
O arco e a Ponte de Tibério, na outra ponta, delimitam o eixo da cidade romana: entre eles corre o Corso d'Augusto, o antigo *decumanus maximus*, que continua sendo a rua principal de Rímini.
Andar de um ao outro é percorrer a cidade romana inteira em quinze minutos.
> É gratuito e está numa praça aberta, visível a qualquer hora.
Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: verificação local, agosto de 2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.