Casa Noha
Uma casa dos Sassi transformada em instalação audiovisual que conta a história da vergonha e da redenção de Matera.
- Entrada
- Ingresso pago · faixa de €5 a €8
- Tempo médio
- 30 min
- Melhor horário
- Logo na chegada, junto com a Casa Grotta
- Onde fica
- Recinto Cavone, 9
A dica: Faça junto com a Casa Grotta, no primeiro dia: uma mostra como se vivia numa gruta, a outra explica por que o país decidiu esvaziá-las à força em 1952. Juntas, resolvem Matera em uma hora.
Uma casa nobre do século XVI no Sasso Caveoso, doada ao FAI — o fundo do patrimônio italiano — pela família Noha em 2004.
O que ela é
Não é um museu com objetos. É uma instalação audiovisual distribuída por três salas vazias da casa, com projeções nas paredes de pedra, som e narração.
O percurso, de cerca de vinte e cinco minutos, conta a história de Matera em três atos:
1. Nove mil anos de ocupação contínua, do neolítico ao século XX — como se vivia numa cidade escavada. 2. A vergonha nacional — a denúncia de Carlo Levi, a visita de Palmiro Togliatti que chamou os Sassi de "vergogna nazionale", a lei de 1952 e a evacuação forçada de quinze mil pessoas. Há depoimentos de moradores, fotografias e imagens de arquivo do esvaziamento. 3. O renascimento — o abandono de trinta anos, o movimento pela recuperação, o tombamento da Unesco em 1993 e a Capital Europeia da Cultura em 2019.
Por que fazer
É a melhor introdução à cidade em vinte e cinco minutos, e resolve o problema que a maioria dos visitantes tem: entender por que um lugar tão bonito foi chamado de vergonha nacional e esvaziado à força.
Recomenda-se fazer logo na chegada, junto com a Casa Grotta — as duas se complementam: uma mostra como se vivia, a outra explica o que aconteceu.
Prático
É pago, com entrada acessível, e a projeção acontece em horários fixos ao longo do dia.
Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: fondoambiente.it, conferido em 28/08/2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.