Castello Svevo
O castelo normando que Frederico II reconstruiu, com fosso, torres angulares e uma coleção de moldes de escultura pugliesa.
- Entrada
- Ingresso pago · faixa de €6 a €10
- Tempo médio
- 1 h 15
- Melhor horário
- Tarde
- Onde fica
- Piazza Federico II di Svevia, 4
A dica: A Gipsoteca é a razão de entrar: moldes em gesso de portais românicos de toda a Puglia, à altura dos olhos — detalhes que nos edifícios originais estão a dez metros do chão.
Construído por volta de 1132 pelo rei normando Rogério II, destruído numa revolta e reconstruído por Frederico II em 1233 — daí *svevo*, suábio, referência à dinastia Hohenstaufen a que ele pertencia.
Frederico II
O stupor mundi — assombro do mundo — foi imperador do Sacro Império, rei da Sicília, de Jerusalém e da Alemanha. Falava seis línguas, escreveu um tratado de falcoaria que ainda é citado, manteve uma corte com sábios árabes e judeus, foi excomungado duas vezes e fez uma cruzada negociando com o sultão em vez de lutar.
A Puglia foi seu território preferido, e ele encheu a região de castelos — este e o Castel del Monte, o octogonal, entre eles.
O que ver
- O fosso e as duas torres angulares sobreviventes da fase suábia.
- O pátio renascentista, acrescentado pelos aragoneses no século XVI, com uma escadaria e uma loggia.
- A Gipsoteca, o acervo mais interessante: uma coleção de moldes em gesso de esculturas e portais românicos de toda a Puglia, feita no início do século XX para documentar o patrimônio da região.
Com os moldes, veem-se de perto e à altura dos olhos detalhes de portais que, nos edifícios originais, estão a dez metros de altura ou já se degradaram.
- Salas subterrâneas com material arqueológico e escavações da fase normanda.
Prático
Fica na borda de Bari Vecchia, entre a cidade velha e a nova, e recebe pouquíssimos visitantes.
Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: verificação local, agosto de 2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.