Guia de Corfu: por onde começar a planejar

Por Redação Planner Travels · informações conferidas em setembro de 2026

Corfu não se parece com o resto da Grécia, e a razão é histórica: a ilha nunca foi otomana. Foi veneziana por quatro séculos, depois francesa e britânica — e o que sobrou é uma cidade velha de arcadas que é Patrimônio Mundial, com a maior praça dos Bálcãs e um passeio, o Liston, construído pelos franceses no modelo da Rue de Rivoli.

São duas atrações pagas, e elas somam €13: o Forte Velho (€6), a fortaleza veneziana sobre o promontório, aberta das 8h às 20h — doze horas, o que na Grécia é raro —, e o Achilleion (€7), o palácio da imperatriz Sissi em Gastouri, a 10 km da cidade. Até novo aviso, no Achilleion só os espaços externos e os Jardins Imperiais estão abertos ao público.

Os ônibus vêm em duas cores, e a diferença importa: os azuis cobrem a cidade e o entorno por cerca de €1,50; os verdes cruzam a ilha até Sidari ou Kavos por até €5 ou mais.

Uma data domina o calendário: a Páscoa Ortodoxa, de 10 a 12 de abril de 2026. Em Corfu é a maior festa do ano, e a ilha lota.

O guia completo está em o que fazer em Corfu.

Os guias de Corfu

Para o contexto do país, veja o guia da Grécia.