Tarte tropézienne

Um brioche recheado com dois cremes, criado em 1955 e batizado — diz a tradição — por Brigitte Bardot durante as filmagens.

Entrada
Ingresso pago · porção individual na faixa de €4 a €7
Tempo médio
20 min
Melhor horário
Manhã, quando sai do forno
Onde fica
Confeitarias do centro de Saint-Tropez

A dica: Compre a versão individual e coma no mesmo dia: o brioche é o que envelhece, e uma tropézienne de véspera não tem graça nenhuma.

Em 1955, o confeiteiro Alexandre Micka, de origem polonesa e instalado em Saint-Tropez, servia um brioche recheado com creme feito segundo uma receita de família.

No ano seguinte, ele foi contratado para fornecer as refeições da equipe de *Et Dieu créa la femme*. A tradição local conta que Brigitte Bardot provou o doce e sugeriu batizá-lo de "tarte de Saint-Tropez". Micka registrou o nome como tarte tropézienne.

O que é

Um brioche aberto ao meio, polvilhado com açúcar em grão por cima, recheado com uma mistura de creme de confeiteiro e creme de manteiga — a proporção exata continua sendo segredo comercial.

Come-se fatiada; há também versões individuais, do tamanho de um pãozinho, que funcionam como lanche de praia.

Onde comprar

Há a casa histórica, herdeira direta de Micka, e várias confeitarias que produzem versões próprias — algumas boas, outras industriais.

Prefira as que fazem no dia: o brioche é o elemento que envelhece mal, e uma tropézienne de véspera perde tudo.

> Compre a versão individual e coma na praia ou na trilha costeira. A tarte inteira é grande demais para duas pessoas e não sobrevive a um dia fora da geladeira no calor provençal.

Perguntas frequentes

Quanto custa?

Individual na faixa de €4 a €7; tarte inteira bem acima.

Dura?

Um dia, no máximo, refrigerada. Não viaja bem.

Onde comer?

Nas confeitarias do centro e da Place des Lices.

Informações conferidas em agosto de 2026 · fonte: Levantamento local, conferido em 28/08/2026. Preços e horários mudam — confirme no site oficial antes de ir.