Roteiro pela Alemanha: de uma a três semanas
Por Redação Planner Travels · informações conferidas em setembro de 2026
A Alemanha é grande, e os roteiros abaixo assumem uma coisa: você vai concentrar em poucas bases e fazer bate-voltas, em vez de trocar de hotel toda noite.
Uma semana — Berlim e arredores
Dias 1 a 4: Berlim.
Registre a cúpula do Reichstag antes de embarcar. A entrada é gratuita, mas o registro prévio é obrigatório no site do Bundestag, com nome, sobrenome e data de nascimento. Quem chega sem registro não entra, e não há conserto no dia.
O roteiro da capital tem um dia sem bilheteria nenhuma: a Topographie des Terrors, o Memorial do Muro na Bernauer Straße (aberto das 8h às 22h, com audioguia gratuito) e a East Side Gallery — todos gratuitos.
A Ilha dos Museus custa €24 e cobre sete instituições. Fecha às segundas, e o Pergamonmuseum está fechado até 4 de julho de 2027.
Dia 5: Potsdam. Os palácios da SPSG, com o sanssouci+ a €22 (€49 o de família, para até 2 adultos e 4 crianças).
A zona ABC do transporte de Berlim inclui a estação central de Potsdam. O bilhete de 24 h de €12,90 cobre ida, volta e todo o transporte na capital — e é o mesmo que cobre o aeroporto BER.
Dias 6 e 7: Dresden, com a Abóbada Verde Histórica (€18, horário marcado) e o bilhete de 1 dia dos demais museus (€28).
Duas semanas — o norte e o sul
Semana 1: Berlim, Potsdam e Dresden, como acima.
Semana 2: a Baviera.
- Munique, 3 dias. Na Residenz, museu e tesouro juntos custam €15, contra €20 avulsos — e o combinado triplo custa os mesmos €20.
- Füssen, 1 dia: Neuschwanstein a €21, mais €2,50 de taxa por bilhete online. Reserve com antecedência — a administração avisa que a bilheteria esgota muito cedo. Menores de 18 não pagam, mas precisam de bilhete próprio.
- Nuremberg, 2 dias: a Kaiserburg (€16, quatro atrações) e o Memorium Nuremberg Trials (€7,50), com a Sala 600 original — confirme o horário dela, que é independente do museu.
Três semanas — some o oeste e o norte
Semana 3, opção A: a Renânia.
Colônia (a catedral agora custa €12), Düsseldorf (a Altstadt, com cerca de 300 bares em menos de um quarto de milha quadrada, gratuita) e Aachen (a catedral de Carlos Magno, gratuita, e o tesouro a €7).
Semana 3, opção B: o norte.
Hamburgo, 2 dias — e uma data:
A Plaza da Elbphilharmonie era gratuita e passa a custar €5 em 5 de outubro de 2026. Viagens até o dia 4 ainda sobem de graça.
O Miniatur Wunderland custa €22, e tem duas regras que custam a visita: a entrada só vale até 30 minutos após o horário reservado, e sair invalida o bilhete. Da Speicherstadt à Elbphilharmonie são 15 minutos a pé.
O que encaixar no caminho
Heidelberg merece um dia em qualquer roteiro que passe pelo sudoeste: €9,50 que já incluem o funicular de ida e volta mais três visitas. É o melhor bilhete deste guia.
Três avisos que valem para o país inteiro
1. O comércio fecha aos domingos, por lei federal. Restaurantes, museus e transporte funcionam; lojas em estações e aeroportos também. Compras, no sábado.
2. Leve dinheiro em espécie. Estima-se que 30% a 40% dos pequenos negócios sejam só dinheiro, e não há obrigação legal de aceitar cartão.
3. O Deutschlandticket custa €63/mês, é só por assinatura, e não vale em ICE, IC nem EC. Quem compra achando que vai cruzar o país de trem-bala comprou o produto errado.
Perguntas frequentes
Quantos dias para conhecer a Alemanha?
Uma semana cobre Berlim e arredores. Duas incluem a Baviera. Três alcançam a Renânia ou o norte.
O que reservar com antecedência?
A cúpula do Reichstag (gratuita, registro obrigatório), Neuschwanstein e a Abóbada Verde Histórica de Dresden.
Qual a melhor base?
Berlim, pela quantidade de coisa gratuita e pelo bilhete ABC que cobre o aeroporto e Potsdam.
Preciso de carro?
Para as cidades, não. Ver como se locomover pela Alemanha.
O que fecha às segundas?
A Ilha dos Museus de Berlim e os palácios de Potsdam — os dois no mesmo dia. Segunda é o dia fraco na Alemanha: use-a para os memoriais gratuitos, que são ao ar livre e não fecham.